:Após atrasos, filho de Cláudio Adão entrou na Fifa e recebeu bolada do Al Wehda, novo time de Carille

Após atrasos, filho de Cláudio Adão entrou na Fifa e recebeu bolada do Al Wehda, novo time de Carille - Tv Na Rua
Felipe Adão esteve no clube em 2016, mas não recebeu salários: "Cada situação é uma situação"

Após atrasos, filho de Cláudio Adão entrou na Fifa e recebeu bolada do Al Wehda, novo time de Carille

Novo técnico do Al Wehda, Fábio Carille encontrará um time de torcida apaixonada na Arábia Saudita, com estutura acanhada e localizado em Meca, cidade considerada como a mais sagrada do mundo para os muçulmanos, onde apenas eles podem adentrar – profissioanais estrangeiros andam com uma carta do clube no carro, que é mostrado na barreira do local aos policiais.

Filho de Cláudio Adão, o atacante Felipe Adão teve uma experiência ruim no mesmo Al Wehda, em 2016. Contratado para duas temporadas, recebeu as luvas durante a pré-temporada e, depois, ficou quatro meses sem receber salários.

Aconselhado por seus advogados, entrou com uma ação na Fifa, passou um ano sem jogar e, nos últimos meses, recebeu o valor integral do contrato – valores não revelados.

– Cada situação é uma situação. Até parece que agora mudou a diretoria. Carille vai encontrar uma torcida apaixonada, estádios lotados e o futebol mais forte do Oriente Médio, já que a Arábia Saudita tem um nível melhor do que o do Catar e dos Emirados Árabes – contou Felipe Adão.

Recentemente, a estrutura esportiva da Arábia Saudita foi mudada e passou a ser liderada pelo Ministério dos Esportes, que faz um repasse financeiro aos clubes. A nova legislação permite a contratação de até sete estrangeiros para os clubes, a fim de desenvolver o futebol do país.

Ainda segundo o jogador de 32 anos, que aguarda propostas no Rio de Janeiro, o Al Wehda é uma espécie de "quinta força" do país, atrás dos outros clubes de maior tradição, como o Al Hilal. Rebaixado de divisão na temporada 2016/2017, o clube retornou à Primeira em 2017/2018.

O atacante, que viveu no país junto de sua esposa, disse que Carille sentirá dificuldades em termos de estutura e, também, na adaptação a um país de cultura completamente diferente da do Brasil.

– O Corinthians tem uma das maiores estruturas do Brasil e até do mundo. O Al Wehda tem só um campo para treinar e o estádio para jogar, que é grande. Culturamente, Meca é um lugar complicado para quem não é muçulmano. Para as mulheres em geral, o país é bem difícil, já que elas não podem fazer nada sem seus maridos. Não morei em Meca, não dava, morava em Jidá, que ficava 45 minutos de carro. Ali tinha uma estutura melhor, shoppings, lugar para comer – relatou.

Em entrevista exclusiva, Fábio Carille disse que já buscou muitas informações sobre o clube e sobre a liga, que pretende crescer bastante nos próximos anos. Ainda não há data certa para a viagem.

Fora do Timão, o treinador dará lugar a Osmar Loss, que já estreia nesta quinta-feira, contra o Millonarios, da Colômbia, às 21h30 (de Brasília), na Arena Corinthians.

Felipe Adão esteve no Al Wehda em 2016, mas não recebeu salários (Foto: Divulgação)

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Fonte: Globo Esporte
Por: Redao
Data: 23/05/2018 16h48min

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